{"id":8183,"date":"2019-08-13T12:05:00","date_gmt":"2019-08-13T12:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lisboainnovation.com\/blog\/uncategorized-pt\/2019-08-13-ha-startups-de-lisboa-a-dar-cartas-pelo-mundo\/"},"modified":"2023-10-25T16:12:03","modified_gmt":"2023-10-25T16:12:03","slug":"2019-08-13-ha-startups-de-lisboa-a-dar-cartas-pelo-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lisboainnovation.com\/pt\/2019-08-13-ha-startups-de-lisboa-a-dar-cartas-pelo-mundo\/","title":{"rendered":"H\u00e1 Startups de Lisboa a dar cartas pelo mundo"},"content":{"rendered":"<p><i>\u2013 Where are you from?<\/i><i><br \/><\/i><i>\u2013 Lisbon.<\/i><i><br \/><\/i><i>\u2013 Oh! Lisbon! I have been there<\/i><\/p>\n<p>Com mais ou menos variedade, este tipo de clich\u00ea marca o in\u00edcio de conversa entre qualquer portugu\u00eas que visite o estrangeiro e algu\u00e9m desse local; contudo, com as for\u00e7as da globaliza\u00e7\u00e3o e o mercado digital que nos torna a todos cada vez mais pr\u00f3ximos, o cen\u00e1rio est\u00e1 realmente a mudar.<\/p>\n<p>Assim, numa das pr\u00f3ximas viagens que fa\u00e7as a um pa\u00eds em que o panorama do empreendedorismo e das startups seja uma realidade, \u00e9 prov\u00e1vel que a conversa seja bem diferente e que, por entre past\u00e9is de nata e jogadores de futebol, surja o nome de um <i>unic\u00f3rnio<\/i> ou da \u00faltima grande ideia a nascer em Portugal. <\/p>\n<p>Os pa\u00edses j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o apenas reconhecidos pelas suas p\u00e9rolas gastron\u00f3micas, nem pelos seus atletas fora de s\u00e9rie, mas tamb\u00e9m pelas empresas que partem de uma na\u00e7\u00e3o \u00e0 conquista do mundo. Isto j\u00e1 acontece, por exemplo, com a <a href=\"https:\/\/www.dn.pt\/dinheiro\/interior\/farfetch-pede-para-ser-cotada-em-bolsa-9740418.html\">Farfetch<\/a> que n\u00e3o estando registada em Portugal tem no ADN a marca indel\u00e9vel da portugalidade, mas no futuro pode acontecer com muitas mais.<\/p>\n<p>A vers\u00e3o brit\u00e2nica da revista Wired tem vindo a fazer <a href=\"https:\/\/www.wired.co.uk\/article\/best-startups-in-lisbon-2018\">uma lista<\/a> das startups portuguesas mais em voga; aproveit\u00e1mos essa lista, aplic\u00e1mos o filtro da cidade de Lisboa e acrescent\u00e1mos mais alguns nomes. De seguida, apresentamos assim as startups com ADN lisboeta que est\u00e3o a fazer barulho l\u00e1 fora e\/ou c\u00e1 dentro, sem nenhuma ordem especial:<\/p>\n<h2><b>DefinedCrowd<\/b><\/h2>\n<p>A intelig\u00eancia artificial (IA) faz parte do neg\u00f3cio da DefinedCrowd. Fundada em 2015 por Daniela Braga, esta startup coloca a IA ao servi\u00e7o da an\u00e1lise de dados. A empresa dedica-se a treinar algoritmos que prometem ajudar os seus clientes a extrair e estruturar informa\u00e7\u00e3o de base de dados, que pode ser usada para tomar decis\u00f5es mais rapidamente. A DefinedCrowd conta com mais de 40 clientes a n\u00edvel global, como a BMW, a MasterCard, a EDP ou o Grupo Mello Sa\u00fade. Daniela vive em Seattle, nos EUA, onde a empresa tem actualmente escrit\u00f3rios, juntamente com Lisboa e T\u00f3quio. A sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 tornar a DefinedCrowd a empresa n\u00famero um no tratamento de dados com IA em todo o mundo. A empresa disponibiliza tamb\u00e9m uma plataforma chamada Neevo atrav\u00e9s da qual qualquer pessoa pode ganhar dinheiro categorizando dados, ajudando dessa forma a DefinedCrowd a aperfei\u00e7oar os seus algoritmos. Desde 2015, a DefinedCrowd j\u00e1 captou mais de 12,9 milh\u00f5es de d\u00f3lares de investimento.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.definedcrowd.com\"><i>https:\/\/www.definedcrowd.com<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>Forall Phones<\/b><\/h2>\n<p>Jos\u00e9 Costa Rodrigues queria um iPhone aos 16 anos mas os pais n\u00e3o lho deram. E assim lembrou-se, segundo conta <a href=\"https:\/\/observador.pt\/2017\/10\/03\/forall-phones-como-um-miudo-de-16-anos-criou-uma-empresa-com-um-iphone-usado\/\">numa entrevista<\/a>, de criar o neg\u00f3cio que hoje com mais de 20 anos gere. Chama-se Forall Phones, foi fundada em 2016 com capital pr\u00f3prio de 300 euros, e mostra que os smartphones podem ter mais que uma m\u00e3o, mais que um dono. No fundo, a Forall Phones vende modelos topo de gama com um pre\u00e7o at\u00e9 menos 40% ao praticado no mercado; tem loja online e tamb\u00e9m uma loja f\u00edsica em Lisboa, inaugurada no final de 2017, e outra no Porto, que abriu em 2018. Agora com dois anos, mais algumas lojas espalhadas pelo pa\u00eds, e com um \u00faltimo ano <a href=\"https:\/\/www.dinheirovivo.pt\/empresas\/forall-phones-de-malas-aviadas-1\/\">com vendas consolidadas na casa dos quatro milh\u00f5es de euros<\/a>, a Forall Phones prepara-se para saltar l\u00e1 para fora, sendo que o mercado externo j\u00e1 representa cerca de 20% das vendas. A Forall Phones prova que os <i>smartphones<\/i> podem ser mais baratos se comprados em segunda m\u00e3o e tem tamb\u00e9m uma segunda mensagem, esta de teor ecol\u00f3gico: porque n\u00e3o reaproveitar os equipamentos em vez de os deixar numa gaveta ou de os deitar fora?<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/forallphones.com\"><i>https:\/\/forallphones.com<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>Unbabel<\/b><\/h2>\n<p>Fundada em 2013, a Unbabel tem um p\u00e9 em Lisboa e outro em S\u00e3o Francisco, mas foi na capital portuguesa que nasceu. Esta start-up oferece um servi\u00e7o de tradu\u00e7\u00e3o que combina intelig\u00eancia artificial e editores humanos a empresas, permitindo-lhes desde ter um servi\u00e7o de apoio ao cliente multil\u00edngua a v\u00eddeos legendados em 28 l\u00ednguas diferentes. Com a Unbabel, as empresas podem focar-se na expans\u00e3o global sem se preocupar com as barreiras lingu\u00edsticas e sem o custo de contratar tradutores nativos para cada l\u00edngua. Combinando intelig\u00eancia artificial e intelig\u00eancia humana, a startup portuguesa promete tradu\u00e7\u00f5es de qualidade e r\u00e1pidas; a empresa conta com mais de 200 funcion\u00e1rios e uma comunidade de de 150 mil tradutores <i>freelancers<\/i>, espalhados pelo mundo. Desde o in\u00edcio, a Unbabel j\u00e1 acumulou mais de 31 milh\u00f5es de d\u00f3lares de financiamento, incluindo da conceituada Y Combinator; o investimento mais recente foi de 23 milh\u00f5es, uma S\u00e9rie B, e partiu do anjo californiano Scale Venture Partners.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/unbabel.com\"><i>https:\/\/unbabel.com<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>Talkdesk<\/b><\/h2>\n<p>Cristina Fonseca e Tiago Paiva questionaram-se porque \u00e9 que os call centers estavam t\u00e3o desactualizados e, em 2011, num <i>hackathon<\/i> de uma empresa de software de comunica\u00e7\u00e3o chamada Twilio come\u00e7aram a esbo\u00e7ar a Talkdesk. O projecto foi desenvolvido em 10 dias e apresentado na confer\u00eancia da Twilio no final do <i>hackathon<\/i>. Estabeleceram empresa no mesmo ano, apresentaram a sua proposta no certame TechCrunch Disrupt, levantaram dinheiro \u2013 os primeiros 450 mil d\u00f3lares foram da 500 Startups. A Talkdesk \u00e9 uma daquelas hist\u00f3rias que deram certo antes. O seu produto consiste basicamente em software que permite montar um call center sem hardware, telefones, c\u00f3digo ou downloads \u2013 funciona tudo na nuvem e tudo aquilo de que \u00e9 preciso \u00e9 uma liga\u00e7\u00e3o \u00e0 internet. \u00c9 um produto escal\u00e1vel, portanto. A Talkdesk conseguiu mais de 124,5 milh\u00f5es de investimento, incluindo da Salesforce Ventures e, mais recentemente, da Viking Global Investors. Entre os seus clientes est\u00e3o a IBM, a Dropbox ou a unic\u00f3rnio <i>semi-tuga<\/i> Farfetch.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.talkdesk.com\"><i>https:\/\/www.talkdesk.com<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>Aptoide<\/b><\/h2>\n<p>Em 2011, Paulo Trezentos e \u00c1lvaro Pinto criaram a Aptoide, uma loja de aplica\u00e7\u00f5es para ser uma alternativa \u00e0 Google Play Store. A Aptoide distingue-se da loja da Google pelo seu lado comunit\u00e1rio. Qualquer utilizador (ou marca) pode criar a sua pr\u00f3pria loja dentro da Aptoide, destacando, por exemplo, as suas apps preferidas, e outros podem segui-la. Existe ainda um feed onde se podem encontrar recomenda\u00e7\u00f5es, bem como artigos e v\u00eddeos relacionados com as apps que j\u00e1 instalaste. Na Aptoide, encontram-se as mesmas apps que encontras na Play Store mais aquelas que os programadores decidem publicar apenas nesta loja, que registou mais de 4 mil milh\u00f5es de downloads desde que foi lan\u00e7ada. A Aptoide come\u00e7ou por contar com investimento de 750 mil euros da Portugal Ventures em 2013, que levaram a 3,7 milh\u00f5es numa S\u00e9rie A em 2015; no final de 2017, gra\u00e7as a uma ICO (Initial Coin Offering) da sua criptomoeda AppCoins, juntaram mais 16,8 milh\u00f5es. A AppCoins \u00e9 a \u201cmoeda oficial\u201d da loja Aptoide, que permite comprar apps ou actualiza\u00e7\u00f5es em jogos; a ideia da AppCoins \u00e9 criar um mercado mais justo para programadores e utilizadores que a Play Store.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.aptoide.com\"><i>http:\/\/www.aptoide.com<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>James<\/b><\/h2>\n<p>Fundada em 2013 por Jo\u00e3o Menano, Samuel Hopkins e Pedro Fonseca, com incuba\u00e7\u00e3o pela Startup Lisboa, a James come\u00e7ou por chamar-se CrowdProcess e \u00e9 uma empresa de tecnologia ligada ao sector financeiro, que surgiu para ajudar bancos de m\u00e9dia dimens\u00e3o a analisar riscos de cr\u00e9dito. A James tem um software e um conjunto de algoritmos, apoiados em intelig\u00eancia artificial e modelos preditivos, que basicamente funcionam como consultores financeiros, ajudando os analistas de cr\u00e9dito dos bancos a perceber se \u00e9 seguro atribuir um empr\u00e9stimo a um dado cliente. O software da James tem sido utilizado por 25 institui\u00e7\u00f5es financeiras em tr\u00eas continentes diferentes. Em 2017, a empresa recebeu 2,5 milh\u00f5es de euros de investimento de ex-banqueiros do Credit Suisse, Deutsche Bank e do fundo BiG Start Ventures. Um ano antes, tinha sido eleita a melhor startup de tecnologia financeira (<i>fintech<\/i>) da Europa num evento do sector.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/james.finance\"><i>https:\/\/james.finance<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>Heptasense<\/b><\/h2>\n<p>Ricardo Santos e Mauro Peixe fundaram em 2017 a Heptasense, uma tecnol\u00f3gica que desenvolveu e continua a desenvolver um software de intelig\u00eancia artificial que torna as c\u00e2meras de vigil\u00e2ncias capazes de entender o comportamento humano \u2013 a plataforma Heptasense \u00e9 baseada na nuvem e n\u00e3o compromete a privacidade das pessoas gravadas pelas c\u00e2maras. O software da Heptasense pode ser \u00fatil para uma loja ter dados estat\u00edsticos sobre o comportamento dos seus visitantes, para uma empresa saber se h\u00e1 algum perigo de seguran\u00e7a num dos seus espa\u00e7os, para uma f\u00e1brica detectar quando os seus trabalhadores n\u00e3o est\u00e3o a seguir procedimentos de seguran\u00e7a, ou para uma cidade detectar acidentes ou disponibilidade de estacionamento. A empresa est\u00e1 a trabalhar, por exemplo, com a BMW em controlos gestuais para condutores ou com uma empresa de seguran\u00e7a nos EUA na monitoriza\u00e7\u00e3o de aeroportos. A Heptasense, que nasceu na Startup Lisboa, est\u00e1 a crescer atrav\u00e9s dos contratos que vai celebrando com empresas, ou seja, sem dinheiro de ventures. Este ano a empresa quer continuar a crescer, fechar mais parcerias e refor\u00e7ar a sua equipa, sediada para j\u00e1 s\u00f3 em Lisboa.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/heptasense.com\"><i>https:\/\/heptasense.com<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>Landing Jobs<\/b><\/h2>\n<p>Devagar, devagarinho tem vindo a conquistar um lugar de destaque no p\u00f3dio das start-ups ex-libris de Lisboa. A Landing Jobs \u00e9 uma feira digital de emprego de tecnologia de informa\u00e7\u00e3o, aberta a todos, desde estudantes em in\u00edcio de carreira a profissionais com alguns anos de experi\u00eancia. O projecto come\u00e7ou na Startup Lisboa com outro nome e apresentou-se em 2015, depois de captar investimento, com a marca actual e o in\u00edcio de uma expans\u00e3o internacional. Hoje a Landing Jobs navega por Berlim e Amesterd\u00e3o, onde, \u00e0 semelhan\u00e7a de Lisboa, organiza o seu Landing Festival \u2013 um evento que espelha bem a miss\u00e3o da start-up fundada por Pedro Oliveira e Jos\u00e9 Paiva: mais que ajudar recrutadores a encontrar talento em tecnologia, ajudar este talento a aperfei\u00e7oar as suas compet\u00eancias e conhecimentos, valorizando e impulsionando as suas carreiras. Apesar de ser maior que Lisboa, e de ter escrit\u00f3rios em Londres e Barcelona, \u00e9 ao ao n\u00ba 2 da Rua Alexandre Herculano que a Landing Jobs continua a chamar casa.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/landing.jobs\"><i>https:\/\/landing.jobs<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>Codacy<\/b><\/h2>\n<p>A Codacy surgiu da frustra\u00e7\u00e3o dos seus fundadores, Jaime Jorge e Jo\u00e3o Caxaria, de terem de rever linhas de c\u00f3digo, que pareciam infinitas, nos seus empregos anteriores. A Codacy \u00e9, ent\u00e3o, uma plataforma que automatiza a revis\u00e3o de c\u00f3digo, detectando eventuais erros e permitindo, assim, a equipas de desenvolvimento programar mais r\u00e1pido. Tendo come\u00e7ado em 2012 com outro nome \u2013 Qqmine \u2013, a Codacy foi distinguida em 2014 no concurso de startups do Web Summit, quando o evento ainda se realizava em Dublin. A Codacy conseguiu um total de 6,7 milh\u00f5es de d\u00f3lares em investimento; a ronda mais recente foi em Agosto de 2017, foi liderada pela Seedcamp, Faber Ventures, JOIN Capital, EQT Ventures e Caixa Capital, e permitiu \u00e0 empresa levantar 5,1 milh\u00f5es. A Codacy conta com entidades como a PayPal, a Adobe, a Cancer Research UK e a Deliveroo como clientes.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.codacy.com\"><i>https:\/\/www.codacy.com<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>Sensei<\/b><\/h2>\n<p>Entramos numa loja, metemos os produtos que queremos no cesto e, quando tivermos tudo, simplesmente sa\u00edmos, sem ter de passar por uma caixa. Este \u00e9 o futuro que a Sensei imaginou e est\u00e1 a desenvolver. Esta start-up portuguesa, fundada por Joana Rafael, Vasco Portugal e Paulo Carreira, quer criar lojas aut\u00f3nomas, em que, \u00e0 medida que um cliente adiciona compras ao seu cesto f\u00edsico, estas v\u00e3o sendo adicionadas tamb\u00e9m ao cesto virtual para que, no final, seja feito o d\u00e9bito do valor total de forma autom\u00e1tica; se a pessoa quiser recolocar um produto na prateleira antes de sair da loja, poder\u00e1 faz\u00ea-lo e esse item vai ser no momento removido do sistema. A Sensei prop\u00f5e usar uma rede de c\u00e2maras com vis\u00e3o computacional (isto \u00e9, processamento algor\u00edtmico) para monitorizar o que se passa dentro das lojas e dessa forma cobrar devidamente os clientes: as c\u00e2maras sabem quem \u00e9 o cliente e que produtos est\u00e1 a levar para casa. Fundada em 2017 em Lisboa, a Sensi foi apoiada pela Metro Accelerator e conta com 5 milh\u00f5es de euros de investimento numa ronda com a portuguesa SONAE IM e a retalhista alem\u00e3 a METRO AG (LeadxCapital).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.sensei.tech\"><i>https:\/\/www.sensei.tech<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>Prodsmart<\/b><\/h2>\n<p>O prop\u00f3sito da Prodsmart, start-up liderada por Gon\u00e7alo Fortes e fundada por este e pelo Samuel Martins, \u00e9 digitalizar f\u00e1bricas e as suas linhas de produ\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de sensores e de uma aplica\u00e7\u00e3o m\u00f3vel que recolhe informa\u00e7\u00e3o em tempo real sobre o que se passa na f\u00e1brica permitindo dessa forma gerir e optimizar os processos industriais. O objectivo final \u00e9 reduzir o desperd\u00edcio, aumentar a efici\u00eancia e, claro, baixar custos. Com a tecnologia da Prodsmart, n\u00e3o \u00e9 preciso papelada. A startup come\u00e7ou no ano passado a vender um Kit F\u00e1brica Digital que permite a qualquer unidade de produ\u00e7\u00e3o iniciar, de imediato, a gest\u00e3o digital do seu ch\u00e3o-de-f\u00e1brica. Tamb\u00e9m em 2018 a empresa recebeu um investimento de 1,5 milh\u00f5es de d\u00f3lares, e foi premiada pelo Governo norte-americano no \u00e2mbito do programa estatal Select USA. Em 2016, a Prodsmart j\u00e1 tinha vencido o Caixa Empreender Award, da Caixa Capital, e o Startup Challenge, promovido pela Microsoft Portugal em parceria com a Embaixada dos Estados Unidos em Portugal.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/prodsmart.com\"><i>https:\/\/prodsmart.com<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>Uniplaces<\/b><\/h2>\n<p>N\u00e3o d\u00e1 para deix\u00e1-la de fora de uma qualquer lista de startups lisboeta. Fundada em 2012 e dirigida por Miguel Santo Amaro, a Uniplaces faz parte da primeira gera\u00e7\u00e3o da Startup Lisboa e tornou-se o exemplo dos exemplos de sucesso; o primeiro projecto a vingar na nova onda de empreendedorismo que a incubadora da C\u00e2mara proporcionou. A Uniplaces \u00e9 um mercado online de arrendamento de quartos para estudantes, uma esp\u00e9cie de \u201cAirbnb\u201d para estudantes; a empresa nasceu entre Lisboa, Londres e Argentina, tendo na capital portuguesa a sua sede; ao longo dos anos, captou perto de 30 milh\u00f5es de d\u00f3lares em investimento.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.uniplaces.com\"><i>https:\/\/www.uniplaces.com<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>Zaask<\/b><\/h2>\n<p>Lan\u00e7ada em 2012 por Lu\u00eds Martins, a Zaask \u00e9 mercado online onde pessoas que ofere\u00e7am determinado servi\u00e7o podem registar-se de modo a que outros, que procurem esse servi\u00e7o, possam entrar em contacto com essa pessoa e contrat\u00e1-la. Seja um web designer, algu\u00e9m para passear o c\u00e3o, um planeador de casamentos, um jardineiro ou um professor de l\u00ednguas, o Zaask \u00e9 uma plataforma transversal a \u00e1reas profissionais e aberta a qualquer pessoa que tenha algo para oferecer e queira obter um rendimento extra com esse servi\u00e7o. O Zaask permite avaliar o perfil de cada pessoa, atrav\u00e9s das pontua\u00e7\u00f5es e avalia\u00e7\u00f5es que t\u00eam. A empresa diz ter mais de 460 mil utilizadores por m\u00eas e quase 100 mil profissionais inscritos. A plataforma opera em Portugal, Espanha, Alemanha, Reino Unido e Brasil, e desde a sua cria\u00e7\u00e3o obteve cerca de 2,1 milh\u00f5es de d\u00f3lares de investimento.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.zaask.pt\"><i>https:\/\/www.zaask.pt<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>Probe.ly<\/b><\/h2>\n<p>Fundada em 2016, a Probe.ly \u00e9 um software que promete verificar se outros softwares s\u00e3o seguros; no fundo, a Probe.ly serve para verificar vulnerabilidades em aplica\u00e7\u00f5es e sites, e pode ser corrido nessas plataformas de forma cont\u00ednua. A Probe.ly substitui a necessidade de <i>hackers<\/i> que voluntariamente testem as plataformas ou de equipas humanas para essa tarefa, uma vez que faz a verifica\u00e7\u00e3o de forma autom\u00e1tica. A Probe.ly venceu o programa de acelera\u00e7\u00e3o Lisbon Challange em 2016, recolhendo 620 mil euros, e o pr\u00e9mio Caixa Empreender Award no ano seguinte. O <i>software<\/i> foi lan\u00e7ado em 2017 na forma de beta privado e em Mar\u00e7o de 2018 captou 435 mil euros de investidores, incluindo a Caixa Capital. A Probe.ly disponibiliza uma vers\u00e3o gratuita do seu software, virada para empresas mais pequenas que habitualmente t\u00eam um or\u00e7amento reduzido e que passam assim a ter acesso a uma ferramenta de ciberseguran\u00e7a que n\u00e3o detecta todas as vulnerabilidades da vers\u00e3o paga mas algumas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/probely.com\"><i>https:\/\/probely.com<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>Mapidea<\/b><\/h2>\n<p>Criada em 2017 por Miguel Marques, Eduardo Ramos e Pedro Moura, a Mapidea quer colocar empresas a olhar para o mapa, para o que existe em seu redor ou numa dada zona, e utilizar essa informa\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica em prol da tomada de melhores decis\u00f5es de neg\u00f3cio. A ideia parece meio abstracta, mas \u00e9 preciso termos presente que as empresas s\u00e3o feitas de decis\u00f5es e o conhecimento do terreno pode ser essencial, estejamos a falar da localiza\u00e7\u00e3o de uma loja, da resid\u00eancia do consumidor ou do local onde um potencial cliente visita o site da empresa. No fundo, a Mapidea permite a qualquer neg\u00f3cio perceber o local onde vale a pena investir. A Mapidea disponibiliza ferramentas em cloud e acess\u00edveis atrav\u00e9s do modelo de subscri\u00e7\u00e3o anual; esta start-up lisboeta, que deu os primeiros passos na Startup Lisboa, diz querer tornar a intelig\u00eancia geogr\u00e1fica t\u00e3o f\u00e1cil e comum como usar Excel. A startup lisboeta tem como clientes a Vodafone, a NOS, a Domino\u2019s Pizza, a Novartis ou a Tabaqueira. Recebeu financiamento de 250 mil euros da Portugal Ventures em 2017, numa ronda de investimento <i>seed<\/i> (fase inicial).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mapidea.com\"><i>https:\/\/mapidea.com<\/i><\/a><\/p>\n<h2><b>EatTasty<\/b><\/h2>\n<p>Plataformas como a Glovo ou a Uber Eats permitem receber em casa (ou noutro s\u00edtio qualquer) refei\u00e7\u00f5es de restaurantes. J\u00e1 a EatTasty \u00e9 uma ideia diferente: esta startup portuguesa, fundada em 2016 por Orlando Lopes e Rui Costa, promete a entrega de comida caseira no local de trabalho. A EatTasty utiliza as cozinhas dos restaurantes, desaproveitadas antes da hora de almo\u00e7o, para confeccionar refei\u00e7\u00f5es com ingredientes frescos; a entrega \u00e9 depois feita nas secret\u00e1rias das redondezas. Para os donos dos restaurantes, a EatTasty \u00e9 uma forma de rentabilizar as suas cozinhas; a maior parte das cozinhas inscritas na plataforma j\u00e1 prepara mais de 150 refei\u00e7\u00f5es por dia. A EatTasty, presente em Lisboa e Madrid, anunciou em Julho de 2019 uma ronda de investimento <i>seed<\/i> (fase inicial) de 1,1 milh\u00f5es de euros, liderada pela Indico Partners, um fundo portugu\u00eas de investimento em capital de risco independente; o valor angariado junta-se aos 370 mil euros que j\u00e1 tinham recebido anteriormente. A EatTasty j\u00e1 vendeu mais de 140 mil refei\u00e7\u00f5es, tem mais de 100 mil utilizadores registados.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/eattasty.com\"><i>https:\/\/eattasty.com<\/i><\/a><\/p>\n<p>(Se tiveres sugest\u00f5es, correc\u00e7\u00f5es ou acrescentos a fazer nesta lista, fala connosco atrav\u00e9s de comunidade@shifter.pt.) <\/p>\n<p>Este artigo foi realizado no \u00e2mbito de uma parceria entre o <a href=\"https:\/\/shifter.sapo.pt\/\">Shifter<\/a> e a C\u00e2mara Municipal de Lisboa \/ Made of Lisboa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A capital europeia que passou despercebida nos \u00faltimos anos tem estado na ribalta por v\u00e1rios motivos. H\u00e1 talento e neg\u00f3cios a nascer em Lisboa para o mundo.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":7809,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[509],"tags":[],"class_list":["post-8183","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ecossistema"],"acf":[],"aioseo_notices":[],"featured_media_url":"https:\/\/lisboainnovation.com\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/2019-08-13-ha-startups-de-lisboa-a-dar-cartas-pelo-mundo-WDrHDt6XUndgeLRb-scaled.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lisboainnovation.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8183","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lisboainnovation.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lisboainnovation.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lisboainnovation.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lisboainnovation.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8183"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/lisboainnovation.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8183\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8503,"href":"https:\/\/lisboainnovation.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8183\/revisions\/8503"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lisboainnovation.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7809"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lisboainnovation.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8183"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lisboainnovation.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8183"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lisboainnovation.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8183"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}